Quem escreve?
Atuando como educadora em boa parte de sua trajetória profissional, a escritora Marilucia Ferreira, de Rio Preto, traz no seu baú de memórias momentos doces, poéticos e engraçados com as crianças.
A menina que carregava livros
“A menina que carregava livros”. Nele, trago elementos para ilustrar as nossas hipóteses enquanto aprendizes e trato sobre o que sentimos quando não somos escutados ou mal compreendidos. Quando a criança disse o que escreveu e ninguém entendeu seus rabiscos, tive muito cuidado para que ela pudesse se expressar sem medo. Minhas narrativas terminam com perguntas, porque não há um único caminho após a leitura de uma história.
A menina que carregava livros
“A menina que carregava livros”. Nele, trago elementos para ilustrar as nossas hipóteses enquanto aprendizes e trato sobre o que sentimos quando não somos escutados ou mal compreendidos. Quando a criança disse o que escreveu e ninguém entendeu seus rabiscos, tive muito cuidado para que ela pudesse se expressar sem medo. Minhas narrativas terminam com perguntas, porque não há um único caminho após a leitura de uma história.
FIFO e o galo ludovico
Ludovico, um galinho, é o melhor companheiro de Fifo. Os dois andam por todos os lados na chácara da vovó. Mas um dia Ludovico desaparece. Fifo sai a procurá-lo, a pedir informações a quem encontra no caminho. E depois de muito andar, faz uma descoberta que vai ter significado por toda a sua vida. “Trato da perda, mas também, do que permanece”, reflete a escritora e educadora.
Trilogia
Há muitos anos trabalho na Educação Infantil e séries iniciais.
Nesta trajetória, muitas histórias interessantes aconteceram, e não poderia deixar de registrar estes momentos mágicos de leitura, durante os quais os olhinhos das crianças brilhavam e sempre pediam: “E a hora da história?”
Chegou a época de partilhar, oferecer alguns daqueles momentos às crianças que tanto me inspiram.
Então, para vocês, seguem registros de uma professora que sempre amou o seu trabalho!
Nessa trilogia estão inclusos os livros: ¨Balança Malu¨, O que você pode escolher? e Que COISA ESQUISITA
As histórias de Malu a partE da experiência que teve ao longo de vários anos atuando como professora de educação infantil. “Considero a escola um ambiente inspirador e, por isso, registrei como educadora bons momentos que não poderiam ficar esquecidos dentro da gaveta. Assim, trago à tona alguns aspectos preponderantes do processo de ensino e aprendizagem”, conta.
Toda a Trilogia Malu, provoca reflexões não apenas nas crianças, mas também nos pais e professores. “A experiência com os pequenos foi motivadora, pois revelou o jeito de ser e de pensar referente à gênese de identidade dos pequenos.”
“Minha inspiração nasceu do diálogo constante com as crianças.”